Eu era criança quando Jane Fonda aposentou-se da carreira no cinema em 1985, e monopolizou as atenções com seus famosos vídeos de ginástica em VHS. A série de repetições em exercícios adaptados para serem realizados na sala de casa prometia boa forma, ou seja, sucesso total com milhares de vídeos vendidos.
Adeptos ao estilo de malhação Fonda surgiram no mundo inteiro, isso sem falar da sua impecável carreira de atriz que lhe renderam 7 oscars, e 14 globos de ouro.
Mas a eficácia de seu treinamento provou ser realmente imbatível ao tempo quando na última edição de Cannes a diva desfilou um longo branco e justérrimo, um verdadeiro perigo para qualquer mulher, mas que moldou-se as formas perfeitas da bela que reina absoluta aos 73 anos. Ao vê-la no red carpet só resta uma consideração "Palmas de ouro"
terça-feira, 12 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Tendência é alisar
Nada de volume, a moda decreta a volta dos lisos novamente. Por isso adeptas das últimas tendências já tiram as chapinhas do armário, ou investem em novas pois com a evolução tecnológica novos modelos no mercado prometem efeito lisérrimo sem danos ao cabelo.
A moda dita ainda como uma das regras da nova tendência fios retos e longos.
A moda dita ainda como uma das regras da nova tendência fios retos e longos.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Éramos 10
Já dizia Isaac Asimov “Na vida, ao contrário do xadrez, o jogo continua após o xeque-mate”. Olhando a recente polêmica em torno da Câmara Municipal de Fernandópolis, me pergunto se os nobres edis estão pensando como em um jogo de xadrez, ou se preparando para as cobranças de um xeque mate, que resultará em arranhar a imagem, já tão desgastada dos mesmos, para o pleito de 2012.Cabe a população de Fernandópolis assistir de camarote, ou em um lugar privilegiado, até mesmo porque, as costumeiras sessões da Câmara Municipal são caracterizadas pela falta de público. Então, local não irá faltar.Assim, Fernandópolis aguarda o embate em que será decido sobre o aumento, ou não, do número de cadeiras para novos vereadores na Câmara.Entendo a necessidade de termos vereadores atuantes, lutando, fiscalizando e colaborando, junto ao Executivo, por nossas necessidades em toda esta grande cidade, que embora caminhe atualmente de braços dados com o desenvolvimento, ainda possui suas necessidades.Mas já temos 10 vereadores, atuantes, correto? Esses 10 vereadores não possuem gabinete próprio ou uma sala adequada para atender as revindicações dos munícipes, não checam e-mails do site da Câmara, não postam ações diárias em redes sociais, tão comum a políticos plugados com o futuro, uma presidência que mantêm a tradição de gestões pontuadas e gerenciamento de custos e não investir em melhorias para a Câmara Municipal e para a cidade.Tristemente enquanto a cidade cresce á olhos vistos, tendo a frente a gestão firme de Vilar, a Câmara permanece estagnada na contra-mão do crescimento por depender de uma gestão que mais lembra princípios de poupança de uma agencia bancária com metas ao final do ano. Ou seja, Fernandópolis perece por ter sempre à frente de sua presidência do legislativo edis que mantêm o firme princípio de economizar para devolver aos cofres públicos ao invés de investir no crescimento e atuação da Câmara que é de Fernandópolis e de mais ninguém.Nobreza devolver aos cofres, mas tarefa igualmente nobre seria investir na infra-estrutura da Câmara, na comunicação, em bancos de dados, em vídeos das sessões, reuniões com lideranças, material de esclarecimentos aos município, dos direitos e deveres de cada cidadão, para que a mesma esteja mais atuante frente à sua população.E para que investir em novos, se o trabalho com os 10 já se mostra muito difícil. No mês passado como editora da Revista Mega solicitei por intermédio de ofício à presidente da Câmara Municipal, Creusa Nossa, um relatório com os projetos de um vereador, a idéia era formalizar matéria sobre o trabalho desenvolvido até a data.O tempo de espera ultrapassou o prazo de quinze dias, praxe em respostas de ofício, e só me foi entregue 23 dias após, um simples anexo por email sem destinatário e sem as formalidade de um ofício vindo de um dos Poderes da cidade. No mínimo o ofício deveria vir em papel timbrado, endereçado a redação, direcionamento por pronome de acordo com o cargo ocupado pelo solicitante, e um protocolo de data e hora da entrega do documento.Confesso que me senti profundamente entristecida, primeiro pelo descaso, pelo demora, pela forma como um arquivo em Word foi-me entregue, apenas como email e não como documento oficial, como foi protocolado o da revista MEGA, respeitando a instituição, e principalmente, por sentir que o ofício foi um incomodo para o legislativo, que prima pela transparência, ter que mostrar o trabalho de um vereador, o que deveria ser motivo de orgulho.Dentro do conceito exteriorizado, até a data pela presidente, de economia com cortes de despesas, mais vereadores causariam grande tumulto não só na única mesa que se têm para multi-atendimento ao público, como o trabalho de assessores que terão um volume aumentado em 50%.
terça-feira, 29 de março de 2011
Liz Taylor, unforgettable!
Ao som de "Baby i'm a fool" de Melody Garget me despeço da imagem de uma mulher única, inesquecível e inspiradora, que com sua morte encerra a época de ouro do cinema hollyodiano.
Praticamente impossível esquecer sua interpretação em Cleopatra, ao lado de Richard Burton, talvez nem a original ostentou tamanha beleza e sedução.
Enfim, Liz Taylor foi diva em toda a sua extensão, deixou a ficção e sua vida conturbada pelos romances misturarem-se a tal ponto que ficava difícil distinguir uma da outra.
Foi uma celebridade perseguida pelos paparazzis, e brindou-os com flagras inesquecíveis de seus momentos, amores e desavenças, foi intensamente Liz.
Casamentos, joias, oscars, seus looks, qualquer coisa que tocasse obviamente seria contaminada pelo seu toque de Midas. Em se tratando de Liz Taylor, tudo se tornava assunto copiado e sucesso imediato, o que posso dizer, é que antes dela ninguém nunca viveu de forma tão intensa e pública.
Foi um prazer crescer vendo esta diva, e sempre será prazeroso assistir " Um lugar ao sol" ou qualquer um de seus maravilhosos filmes.
O mundo perdeu em beleza, em talento e os olhos turquesas mais lindos. Um brinde á Liz Taylor!
Praticamente impossível esquecer sua interpretação em Cleopatra, ao lado de Richard Burton, talvez nem a original ostentou tamanha beleza e sedução.
Enfim, Liz Taylor foi diva em toda a sua extensão, deixou a ficção e sua vida conturbada pelos romances misturarem-se a tal ponto que ficava difícil distinguir uma da outra.
Foi uma celebridade perseguida pelos paparazzis, e brindou-os com flagras inesquecíveis de seus momentos, amores e desavenças, foi intensamente Liz.
Casamentos, joias, oscars, seus looks, qualquer coisa que tocasse obviamente seria contaminada pelo seu toque de Midas. Em se tratando de Liz Taylor, tudo se tornava assunto copiado e sucesso imediato, o que posso dizer, é que antes dela ninguém nunca viveu de forma tão intensa e pública.
Foi um prazer crescer vendo esta diva, e sempre será prazeroso assistir " Um lugar ao sol" ou qualquer um de seus maravilhosos filmes.
O mundo perdeu em beleza, em talento e os olhos turquesas mais lindos. Um brinde á Liz Taylor!
segunda-feira, 28 de março de 2011
Olhando o futuro
Diante de tantos avanços tecnológicos quase não tem sobrado tempo para pensar: Como será o futuro?
A Corning, empresa que fabrica vidros protetores de alta resistência, antecipou sua visão e apresentou um vídeo emocionante sobre como será a interação entre a humanidade e os eletrônicos, com a ajuda, obviamente, dos dispositivos que se utilizam da marca, entre os quais, claras referencias á Aplle atualmente líder no mercado ao apresentar tecnologias inovadoras.
Os vidros dos iphones, ipods, e do revolucionário ipad são produzidos pela Corning.
O vídeo se chama “Um dia feito de vidro” (A Day Made of Glass) e relata a a rotina das pessoas em um futuro não definido, mas aparentemente mais próximo do que imaginamos. O grande foco do avanço tecnológico está na usabilidade, e na utilização de touchscreens como janelas, fogões, espelhos, celulares uma vez que os dispositivos devem se integrar perfeitamente com o cotidiano das pessoas. O 3d e a flexibilidade do vidro também são apostas da Corning, que antecipa que este deve ser o novo caminho para as telas rígidas.
Declaradamente um sucesso viral em apenas uma semana de exposição do vídeo no youtube angariou o considerável número de 1,4 milhão visitas. Impressionante, assista e tire suas próprias conclusões.
domingo, 6 de março de 2011
A Queda de um rei
As declarações anti semitas de John Galliano caíram como uma bomba no mundo da moda. O vídeo em que declarou amor á Hitler, foi o ponto final de um triste episódio que culminou com sua queda.
O grande estilista notório por sua genealidade e rebeldia nas passarelas chegou ao ápice da selvageria, foi demitido da Maison Dior, para a qual assinava com imenso sucesso as coleções desde 1996.
O abalo das declarações sobre a empresa foi notório, no tapete vermelho do Oscar deste ano era difícil encontrar celebridades usando ou ousando vestir suas criações. John que também assina sua marca homônima, já está correndo atrás do prejuízo, retratou-se publicamente e internou-se em uma clínica de reabilitação no Arizona, culpa o alcolismo pelo deslize antissemitismo.
Natalie Portman, o rosto da marca garantiu que não quer mais ter sua imagem associada ao do estilista, subiu para receber o Oscar por Black Swan com vestido de outra maison.
Para a tradicional Maison Dior sobrou agora um grande abacaxi para descascar, antes de voltar a faturar neste bilionário mercado.
Para muitos especialistas, o episódio de antissemitismo encerrou a carreira brilhante de John, que tinha um talento inegável, mas que agora terá a difícil missão de escalar do zero um mundo de egos que parecia não ter limites para sua rebeldia. Apenas parecia não ter limites, o mimado John percebeu tardiamente que amor a Hiltler, nem a moda aceita.
O grande estilista notório por sua genealidade e rebeldia nas passarelas chegou ao ápice da selvageria, foi demitido da Maison Dior, para a qual assinava com imenso sucesso as coleções desde 1996.
O abalo das declarações sobre a empresa foi notório, no tapete vermelho do Oscar deste ano era difícil encontrar celebridades usando ou ousando vestir suas criações. John que também assina sua marca homônima, já está correndo atrás do prejuízo, retratou-se publicamente e internou-se em uma clínica de reabilitação no Arizona, culpa o alcolismo pelo deslize antissemitismo.
Natalie Portman, o rosto da marca garantiu que não quer mais ter sua imagem associada ao do estilista, subiu para receber o Oscar por Black Swan com vestido de outra maison.
Para a tradicional Maison Dior sobrou agora um grande abacaxi para descascar, antes de voltar a faturar neste bilionário mercado.
Para muitos especialistas, o episódio de antissemitismo encerrou a carreira brilhante de John, que tinha um talento inegável, mas que agora terá a difícil missão de escalar do zero um mundo de egos que parecia não ter limites para sua rebeldia. Apenas parecia não ter limites, o mimado John percebeu tardiamente que amor a Hiltler, nem a moda aceita.
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